Hino 218 - Vontade soberana




1. Tua vontade faze, ó Senhor!
Eu sou feitura, tu és o Autor.
Molda e refaze todo o meu ser,
Segundo as normas do teu querer.
 
2. Tua vontade faze, ó meu Deus!
Sonda e corrige os passos meus!
Torna-me santo porque tu és!
Ouve os meus rogos, eis-me aos teus pés.
 
3. Tua vontade faze, ó meu Pai!
Por ela o crente vive e não cai.
Guia-me a vida com tua luz!
Poder e graça dá-me em Jesus.
 
4. Tua vontade, boa e sem par,
Quero na vida realizar.
Vive, triunfa, domina, enfim,
Reina, supremo, meu Deus, em mim!
    
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    Submissão - 217 a 218
    Hino 217 - Desprendimento
    Hino 218 - Vontade soberana (História)

    Informações
    Letra: Charlotte Elliot, 1836
    Tradução: James Theodore Houston, 1859 - 1930
    Música 1: George Coles Stebbins, 1907
    Música 2: Alfred Legge, 1834 - 1919

    Ênfase do hino
    A ênfase principal do hino é a submissão à vontade de Deus e a busca pela santidade, com a confiança de que Deus é capaz de moldar e transformar aqueles que se entregam a Ele.

    O hino é uma oração que expressa o desejo de viver de acordo com a vontade de Deus e de ser transformado por Sua graça.

    Teologia do hino
    O hino expressa a teologia da soberania de Deus sobre a vida do crente e a importância da submissão à Sua vontade.

    A letra enfatiza que Deus é o autor da vida do crente e tem o poder de moldá-lo e transformá-lo de acordo com Sua vontade.

    A letra também destaca a importância da santidade na vida do crente, que é uma resposta natural à graça de Deus e à Sua obra transformadora.

    O hino é, portanto, uma oração para que Deus guie o crente em sua jornada de santificação, concedendo-lhe poder e graça através de Jesus Cristo.

    Textos bíblicos
    O hino não cita textos bíblicos específicos, mas está fundamentado em um conceito bíblico central, que é a importância da submissão à vontade de Deus.

    Jesus ensinou aos Seus discípulos a orar "seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mateus 6:10), e o apóstolo Paulo exortou os crentes a oferecerem seus corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o seu culto racional (Romanos 12:1).

    Metáforas e simbologia
    As metáforas e simbologias do hino incluem a ideia de que:

    - Deus é o autor da vida do crente e tem o poder de moldá-lo e transformá-lo de acordo com Sua vontade (verso 1); 

    - a ideia de que a vontade de Deus é como uma luz que guia o crente em sua jornada de santificação (verso 3); 

    - e a expressão "tua vontade, boa e sem par", que enfatiza a bondade e a perfeição da vontade de Deus.

    Aplicação prática
    O hino tem uma aplicação prática poderosa para a vida cotidiana, pois nos lembra da importância da submissão à vontade de Deus em todas as áreas de nossa vida.

    Isso nos leva a buscar a santidade e a transformação pessoal, confiando na graça de Deus e em Seu poder para moldar e refazer todo o nosso ser.

    O hino também nos encoraja a viver de acordo com os padrões de Deus e a buscar Sua vontade em todas as decisões que tomamos, confiando que Ele é capaz de nos guiar e de nos dar poder e graça para vivermos de acordo com Sua vontade.

    Quando cantar
    O hino é apropriado em momentos de adoração e reflexão pessoal, bem como em serviços de evangelismo ou em convites para aceitar a Jesus como Senhor e Salvador.

    Ele também pode ser cantado em momentos de renovação de compromisso com Deus e em ocasiões em que os fiéis desejam reafirmar sua submissão à vontade de Deus em suas vidas.
     
    História
    O tradutor deste hino, Rev. Antônio Almeida é um dos mais ilustres pastores presbiterianos que marcou sua presença na história pela sua fé, coragem e cultura.

    Nasceu em 1879 em Sergipe, exerceu o ministério em diversas igrejas do Nordeste, foi professor no Seminário Teológico Presbiteriano do Norte, em Recife, publicou diversas obras teológicas, escreveu e traduziu diversos hinos (cerca de duzentos).

    Pelo seu conhecimento profundo da língua portuguesa, garantiu a perpetuidade de suas excelentes produções literárias. Muitos de seus hinos estão incluídos em diversos hinários brasileiros.

    Faleceu no Rio de Janeiro em 1969, em perfeita lucidez e cercado do carinho de todos.

    Semeando Vida

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