Hino 146 - A segurança do crente

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1. Oh! Quão preciosa e rica promessa
De Jesus Cristo, celeste Rei.
Ao que confia na sua graça
Diz ele: "Nunca te deixarei!"

     Oh! Não temas!
     Oh! Não temas!
     Pois eu contigo sempre serei.
     Oh! Não temas!
     Oh! Não temas!
     Porque eu nunca te deixarei!

2. Para remir-te dei o meu sangue.
Vem sem demora, pois te chamei.
Meu, para sempre, tu és agora;
Nunca, sim, nunca te deixarei.

3. 'Inda que indigno foste escolhido,
Jamais vaciles porque eu te amei.
Quem dos meus braços pode arrancar-te?
Seguro sempre te guardarei!
    
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    Hino 154 - Segurança e Paz
    Hino 155 - Castelo Forte

    Informações
    Letra: Nathaniel Niles, c. 1871
    Adaptação: Henry Maxwell Wright, 1890
    Música: Philip Paul Bliss, 1838 - 1876

    Ênfase do hino
    A ênfase principal do hino é a promessa de Jesus Cristo de nunca deixar aqueles que confiam nele, trazendo segurança e confiança para aqueles que creem em sua graça e redenção.

    Teologia do hino
    O hino baseia-se em conceitos teológicos centrais do Cristianismo, como a graça de Deus, a redenção pela morte de Cristo na cruz e a segurança da salvação.

    A promessa de Jesus de nunca deixar aqueles que confiam nele é uma expressão de sua fidelidade e amor incondicional, independentemente das circunstâncias.

    Isso reflete a doutrina da perseverança dos santos, que ensina que aqueles que verdadeiramente creem em Cristo nunca perderão sua salvação.

    O hino também destaca a escolha soberana de Deus, que escolhe os indignos para serem seus filhos, não por mérito, mas por sua graça e amor.

    Textos bíblicos
    O hino é baseado em Hebreus 13:5, que diz: "Sê constante na caridade fraternal. Não vos esqueçais da hospitalidade, porque, graças a ela, alguns hospedaram anjos sem o saber. Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como se vós mesmos o fôsseis. O matrimônio seja honrado por todos e o leito conjugal, sem mancha; pois Deus julgará os impuros e os adúlteros. Que a vossa vida não seja dominada pelo amor ao dinheiro. Contentai-vos com o que tendes, porque Deus mesmo disse: 'Eu nunca te deixarei, nunca te abandonarei'".

    O hino também se baseia em outras passagens bíblicas que falam da fidelidade e amor incondicional de Deus, como Isaías 41:10 e João 10:28-29.

    Metáforas e simbologia
    O hino utiliza a metáfora da promessa de Jesus de nunca deixar seus seguidores como um símbolo de segurança e confiança.

    A expressão "nunca te deixarei" é repetida várias vezes no hino, enfatizando a fidelidade de Jesus.

    A metáfora da redenção também é usada, com a frase "Para remir-te dei o meu sangue", que se refere à morte sacrificial de Cristo na cruz para pagar pelos pecados da humanidade.

    A simbologia da escolha soberana de Deus também é usada, com a expressão "Inda que indigno foste escolhido", enfatizando que a salvação é concedida pela graça, não pelo mérito humano.

    Aplicação prática
    O hino traz conforto e segurança para aqueles que creem em Jesus Cristo, lembrando-os de que Deus é fiel e nunca os abandonará.

    Isso pode ser especialmente significativo para aqueles que estão passando por momentos difíceis ou incertos na vida.

    O hino também enfatiza a graça de Deus, lembrando-nos de que a salvação é concedida pela fé, não por obras.

    Isso nos encoraja a confiar em Deus e a viver uma vida de gratidão e obediência, não como uma forma de ganhar a salvação, mas como uma resposta ao amor de Deus por nós.

    Quando cantar
    Este hino é apropriado para qualquer ocasião de adoração ou louvor, especialmente durante momentos de reflexão sobre a graça e fidelidade de Deus.

    Pode ser particularmente significativo em funerais ou momentos de luto, lembrando-nos de que, mesmo em momentos de dor e tristeza, Deus está sempre conosco e nunca nos abandonará.

    História
    Autor de sete dos hinos incluídos neste hinário e compositor de treze das músicas, Philip Paul Bliss é uma das personalidades mais importantes da história da hinologia evangelística não só pela qualidade de seus trabalhos (considerado o maior hinista depois de Fanny Crosby) como pela simplicidade, simpatia e impressão causada pelo seu modo de cantar, muito apreciado pelos evangelistas com quem trabalhou, como Dwight Moody, Daniel Webster Whittle e outros.

    Ele mesmo era pregador evangelista. Sua biografia é rica em informações sobre seu dom musical. Nasceu em Clearfield County, na Pennsylvania, em 1838.

    Zona rural, poucas oportunidades de contato com centros maiores, fabricava ele mesmo seus instrumentos. Aos dez anos ouviu pela primeira vez um piano e ficou encantado.

    No ano seguinte deixou a casa paterna e foi trabalhar em fazendas da região. Uniu-se à Igreja Batista aos doze e começou a estudar música, embora de forma irregular e, em 1860, torna-se professor de música, influenciado por William Batchelder Bradbury que conheceu em uma convenção.

    Começou a compor e vender suas músicas para ter sustento além das aulas que dava. Também começou a usar sua linda voz como solista, dirigente de canto congregacional e pregador (Continuaremos a escrever sobre ele no hino n° 150).

    Semeando Vida

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